sexta-feira, 15 de junho de 2012

Seja viver para aprender ou aprender para viver, o fato é que a palavra “aprender” está diretamente ligada a cada pessoa desde o momento em que esta nasce: decifrando a linguagem, começando a andar, entendendo matemática ou descobrindo como ligar a televisão. 
A vida só tem continuidade devido a uma sucessão de aprendizagens em que aquele que já adquiriu conhecimento se propõe a repassá-lo para aquele que, na situação de quem ainda não teve contado direto com este determinado conhecimento, se submete aos ensinamentos do primeiro.
O ato de aprender, seja por necessidade, vontade própria ou até mesmo dever , além de abrir caminho para novas oportunidades, nos ajuda a aprimorar o conhecimento que nós já possuíamos. O que seriam dos grandes navegadores se ainda acreditássemos que a terra é quadrada? O que seria da população se a geladeira, o telefone e o automóvel, dentre várias outras invenções, não tivessem sido criados? Todas estas descobertas e invenções são resultantes de um longo processo de aprendizagem e aperfeiçoamento. 
Alguns ainda dizem acreditar que viver para aprender é perda de tempo, que a vida deve ser aproveitada, a verdade, porém, é que eles não sabem que para poderem dizer isto tiveram que, primeiramente, aprender a falar.